quinta-feira, 11 de maio de 2017

Nossa Senhora da Aparecida celebrará seu 300º aniversário sem o papa Francisco O Papa disse aos peregrinos em Roma que o povo brasileiro passa por um “momento triste”

Papa saúda fiéis na Praça São Pedro.
Papa saúda fiéis na Praça São Pedro.  (EFE)
A não ser que tenhamos uma surpresa no final, o papa Francisco não viajará este ano ao Brasil para celebrar com os católicos os 300 anos da descoberta da imagem de Nossa Senhora da Aparecida, devoção compartilhada pela grande maioria dos brasileiros, inclusive os agnósticos. Nossa Senhora Aparecida é vista como uma espécie de para-raios protetor do Brasil.
Ao visitar o país pela primeira vez em 2013 e rezar no santuário de Aparecida, o papa Francisco demonstrou o desejo de voltar este ano para dirigir as comemorações dos 300 anos. Depois revelou aos bispos brasileiros que não poderia vir – e assim anunciou dias atrás numa carta ao presidente Michel Temer. O Papa disse aos peregrinos em Roma que o povo brasileiro passa por um “momento triste”. Apesar disso, preferiu desistir de sua promessa de voltar ao Brasil em 2017.
Sem dúvida, o papa Francisco, que realiza uma renovação da Igreja com pulso firme para voltar às origens do cristianismo primitivo, deve ter tido um motivo grave para desistir de sua visita ao país com o maior número de católicos do mundo, onde 90% da população é cristã, e numa data tão significativa para a piedade popular. Isso não descarta a proposição de alguns interrogantes. Seria preciso saber se a decisão foi pessoal de Francisco ou da Cúria Romana, de sua diplomacia, e se nela pesaram os motivos políticos. Pelo que conhecemos do Papa, sua alma está com os mais pobres e seu coração vibra com a justiça social, o que algumas vezes lhe valeu a acusação de seu um Papa “de esquerda”. Não há dúvida de que, em suas conversas, entrevistas e documentos papais, ele cita mais os evangelhos que os textos teológicos. Dos sete Papas que conheci, este é o que melhor sintoniza com o Jesus odiado pelo poder.
Segundo informações da imprensa brasileira, Francisco teria desistido de sua promessa de vir a Aparecida porque o país atravessa “um momento político delicado”. Se for isso mesmo, teria prevalecido o interesse da diplomacia do Vaticano frente à liberdade do evangelho. Fiz muitas viagens ao redor do mundo com Paulo VI e João Paulo II, e me lembro de ter visitado países que viviam momentos políticos mil vezes mais graves que os enfrentados pelo Brasil. Aterrissamos em nações de ferrenhas ditaduras, de direita e de esquerda. O Brasil, com todas as suas dificuldades, vive num Estado democrático e luta contra a corrupção política, uma luta invejada por outros países. Quando Francisco veio ao Brasil em 2013, o momento político não era melhor que o atual. Começavam as manifestações populares, e o país estava em plena ebulição política. Francisco falou sem medo e até incentivou os jovens a participarem dos protestos contra o Governo Dilma.
O Brasil vive sem dúvida um momento delicado que afeta fiéis e ateus. A sociedade está atônita com a descoberta da corrupção político-empresarial que tem vindo à tona. E é uma sociedade dividida. Portanto, não seria talvez o melhor momento para que Francisco, o Papa mais parecido com o profeta rebelde de Nazaré, viesse a fim de confortar os brasileiros e fazer um apelo para que superem as divisões e se unam na liberdade do evangelho, para dar vida a um país mais livre, democrático e justo? Francisco é um Papa que costuma ser ouvido não apenas pelos católicos, mas também pelos agnósticos. É um Papa de todos. Aqui, no Brasil, até os evangélicos o aplaudiram. E ele tomou café com alguns pastores. O ecumenismo é o oxigênio que Francisco respira. Se foi o Vaticano que o convenceu a desistir da atual vinda ao Brasil, seria a demonstração de que, no coração do posto de mando em Roma, continua ainda forte a visão de uma Igreja mais comprometida com o poder político que com as exigências de liberdade de espírito do cristianismo primitivo.
Triste.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

MÊS DE MAIO "MÊS DE MARIA"

Virgem Maria / Pixabay (Domínio Público)

terça-feira, 18 de abril de 2017

HOMENS GUERREIROS UNIDOS COM A BENÇÃO DA MÃE RAINHA 3 VEZES ADMIRÁVEL.Evangelho (Lc 24,13-35) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. 13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então Jesus perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias? 19Ele perguntou: “Que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”. 25Então Jesus lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele. 28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. 31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. — Palavra da Salvação.



















quinta-feira, 13 de abril de 2017

SEMANA SANTA

Os dias da Semana Santa

Sábado de Lázaro

Ver artigo principal: Sábado de Lázaro
Apenas comemorado no cristianismo oriental.

Domingo de Ramos

Ver artigo principal: Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.
Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenaram à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo o evangelho, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os discípulos e entrou na cidade como um rei, mas sentado num jumentinho - o simbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.

Segunda-Feira Santa

Ver artigo principal: Segunda-feira Santa
É o segundo dia da Semana Santa, seguinte ao Domingo de Ramos, no qual se recorda a prisão de Jesus Cristo.

Terça-Feira Santa

Ver artigo principal: Terça-feira Santa
É o terceiro dia da Semana Santa, onde são celebradas as Sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria. E muito comum também por ser o dia de penitência no qual os cristãos cumprem promessas de vários tipos ou o dia da memória do encontro de Jesus e Maria no caminho do Calvário.

Quarta-Feira Santa

Ver artigo principal: Quarta-feira Santa
É o quarto dia da Semana Santa. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebram o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da morte de Jesus.

Quinta-Feira Santa

Ver artigo principal: Quinta-feira Santa
É o quinto dia da Semana Santa e, na manhã deste dia, nas catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o seu clero para celebrar a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os santos óleos que serão usados na administração dos sacramentos do Batismo, Ordenação de Padres e Bispos, Crisma e Unção dos Enfermos. Com essa celebração se encerra a Quaresma.
Neste mesmo dia, à noite, são relembrados os três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, com a instituição de um novo mandamento (ou "ordenança") segundo algumas denominações cristãs, e a instituição do sacerdócio. É neste momento que Judas Iscariotes sai para entregar Jesus por trinta moedas de prata. E é nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e, no amanhecer da sexta-feira, açoitado e condenado.
A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares (quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores e velas), tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. Também cobrem-se todas as imagens existentes no templo, com panos de cor roxa.

Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão

Ver artigo principal: Sexta-feira Santa
É quando a Igreja recorda a morte de Jesus. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e a Adoração da Cruz. A recordação da morte de Jesus consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão. Presidida por presbítero ou bispo, os paramentos para a celebração são de cor vermelha.

Sábado Santo ou Sábado de Aleluia

Ver artigo principal: Sábado Santo
É o dia da espera. Os cristãos junto ao sepulcro de Jesus aguardam sua ressurreição. No final deste dia é celebrada a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 14 passagens da Bíblia (7 leituras e 7 salmos) percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. Há também o batismo daqueles adultos que se prepararam durante toda a quaresma. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as missas.

Domingo de Páscoa

Ver artigo principal: Domingo de Páscoa
É o dia mais importante para a fé cristã, pois Jesus vence a morte, ressuscita e mostra o valor da vida. Esse dia é estendido por mais cinquenta dias até o Domingo de Pentecostes.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

COM A BENÇÃO DE NOSSA QUERIDA MÃE RAINHA 3 VEZES ADMIRÁVEL ESTIVEMOS JUNTOS NA IGREJA MATRIZ EM MOMENTO DE ORAÇÃO E MUITA FÉ... Evangelho (Jo 8,31-42) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 31Jesus disse aos judeus que nele tinham acreditado: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, 32e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. 33Responderam eles: “Somos descendentes de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém. Como podes dizer: ‘Vós vos tornareis livres’?” 34Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. 35O escravo não permanece para sempre numa família, mas o filho permanece nela para sempre. 36Se, pois, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres. 37Bem sei que sois descendentes de Abraão; no entanto, procurais matar-me, porque a minha palavra não é acolhida por vós. 38Eu falo o que vi junto do Pai; e vós fazeis o que ouvistes do vosso pai”. 39Eles responderam então: “Nosso pai é Abraão”. Disse-lhes Jesus: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão! 40Mas agora, vós procurais matar-me, a mim, que vos falei a verdade que ouvi de Deus. Isto, Abraão não o fez. 41Vós fazeis as obras do vosso pai”. Disseram-lhe, então: “Nós não nascemos do adultério, temos um só pai: Deus”. 42Respondeu-lhes Jesus: “Se Deus fosse vosso Pai, certamente me amaríeis, porque de Deus é que eu saí, e vim. Não vim por mim mesmo, mas foi ele que me enviou”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.











terça-feira, 28 de março de 2017

COMPANHEIROS JUNTOS E FORTES EM MOMENTO DE ORAÇÃO NA IGREJA MATRIZ DE ACARAÚ.— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. 1Houve uma festa dos judeus, e Jesus foi a Jerusalém. 2Existe em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, uma piscina com cinco pórticos, chamada Betesda em hebraico. 3Muitos doentes ficavam ali deitados — cegos, coxos e paralíticos. 4De fato, um anjo descia, de vez em quando, e movimentava a água da piscina, e o primeiro doente que aí entrasse, depois do borbulhar da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse. 5Aí se encontrava um homem, que estava doente havia trinta e oito anos. 6Jesus viu o homem deitado e sabendo que estava doente há tanto tempo, disse-lhe: “Queres ficar curado?” 7O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água é agitada. Quando estou chegando, outro entra na minha frente”. 8Jesus disse: “Levanta-te, pega tua cama e anda”. 9No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou sua cama e começou a andar. Ora, esse dia era um sábado. 10Por isso, os judeus disseram ao homem que tinha sido curado: “É sábado! Não te é permitido carregar tua cama”. 11Ele respondeu-lhes: “Aquele que me curou disse: ‘Pega tua cama e anda’”. 12Então lhe perguntaram: “Quem é que te disse: ‘Pega tua cama e anda’?” 13O homem que tinha sido curado não sabia quem fora, pois Jesus se tinha afastado da multidão que se encontrava naquele lugar. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.